Esta segunda-feira (22) começou cheia de novidades para os fãs de Johnny Depp. Foram divulgadas as primeiras imagens de "Alice no País das Maravilhas". O astro hollywoodiano é o Chapeleiro Louco, e para variar, seu personagem apresenta um visual muito excêntrico.
Além de Depp, também estão no elenco as atrizes Anne Hathaway, que aparece como a Rainha Branca, e Helena Bonham Carte, como a Rainha de Copas.
O filme dirigido por Tim Burton deve ser lançado em março de 2010. E pelas imagens já é possível perceber que esse será mais um sucesso na carreira do diretor.
Há menos Harold Ramis e mais Judd Appatow em "Ano Um", comédia estrelada por Jack Black e Michael Cera que chega às telas brasileiras no dia 14 de agosto. O UOL Cinema assistiu à primeira apresentação para a imprensa do filme, antes mesmo dos astros do filme. Black e Cera vivem a dupla Zeh e Oh, um caçador e um agricultor de uma tribo pré-histórica que se deparam com a História com H maiúsculo depois que o primeiro resolve comer o fruto da Árvore da Sabedoria. As referências bíblicas explodem na tela, com Caim, Abel, Sodoma, Gomorra e Hank Azaria (o faraó com problemas de dicção em "Uma Noite no Museu 2") brilhando como um Abraão obcecado em circuncidar os pênis de todos os homens do planeta. Zeh e Oh escapam desta armadilha com a ajuda de Isaac, o pai do povo israelita, vivido pelo hilário Christopher Mintz-Plasse (o McLovin' de "Superbad"). Uma das muitas piadas incluídas pela dupla é a referência ao presidente Obama no momento em que a mensagem humanista do filme (bem ao estilo Appatow) é dada no fim da jornada do espalhafatoso Zeh (igualzinho a todos os outros personagens cômicos de Black) e do virginal Oh (meigo como todas as encarnações de Cera), quando o povo se liberta de deuses e governantes tirânicos ao "perceber que yes, we can!". Espere menos "Os Caça-Fantasmas" e "Feitiço do Tempo" (marcas registradas de Ramis) e mais "Zohan" e "Segurando as Pontas". (Eduardo Graça, Colaboração para o UOL, de Los Angeles)
Após cometer um grande erro, que acabou na morte de seu irmão e de dois policiais, Marcus (Sam Worthington) é condenado a morte. Na prisão, é visitado pela Dra. Serena Kogan (Helena Bohan Carter), que oferece a ele uma segunda chance, caso ele aceite doar seu corpo para uma experiência científica. Sem perspectivas, o prisioneiro aceita a proposta. Anos depois, ele acorda em uma terra bem diferente daquela em que vivia.
No ano de 2018, o mundo está dominado pelas máquinas. A maior parte dos humanos sobreviventes faz parte da resistência, um grupo de soldados tenta descobrir uma forma de derrotar os computadores e acabar com a ameaça de extinção da raça humana. A maior esperança dos homens é John Connor (Christian Bale), considerado por muitos um messias, mas por outros um simples soldado da resistência.
O detetive Sherlock Holmes e seu parceiro Dr. Watson tentam encontrar um bandido cujo plano ameaça toda a Inglaterra, nesse novo filme do famoso detetive, que tem estréia prevista no Brasil para 08/01/2010.
O filme conta a história de George Monroe (Kline), um arquiteto antiquado, divorciado e sem muito sucesso na vida, que nunca conseguiu se relacionar bem com o filho (Christensen), um adolescente rebelde, nem mantém relações muito boas com a ex-esposa (Kristin Scott Thomas).
Num dia qualquer, George descobre que tem um câncer terminal, revolta-se com sua situação profissional e perde o emprego. Além de tudo, o filho anda causando sérios problemas na casa da ex-esposa com o atual marido dela.
George então resolve dar uma virada em sua vida, mesmo que no fim dela, e decide melhorar suas relações com o filho, levando-o para passar as férias consigo, tempo em que utilizará para demolir sua atual residência e construir uma nova casa, de acordo com um projeto antigo seu.
Essa reconstrução causa uma verdadeira transformação na vida de todos os envolvidos, ele próprio, o filho, os vizinhos, a nova família da ex-esposa.
Tempo de Recomeçar é um belíssimo filme sobre a reconstrução da própria vida, não importando em que circunstâncias nos encontremos. Uma produção que vale a pena assistir e emocionar-se! Recomendo de verdade!!!
O filme conta a história de um homem (Jack Black) que, ao tentar sabotar uma estação de força, tem seu cérebro magnetizado, o que acaba posteriormente por apagar todas as fitas de vídeo da locadora de seu amigo (Mos Def).
Assim, o único jeito que encontram para salvar a locadora e manter a única cliente fiel do lugar é re-encenando todos os filmes apagados. Eles fazem sua própria versão de Os Caça-Fantasmas, RoboCop, A Hora do Rush 2, 2001, Os Donos da Rua, Quando Éramos Reis, King Kong, Conduzindo Miss Daisy...
O problema é que, quando os clientes solicitam um dos filmes, para ganharem tempo para re-filmá-lo, e para terem a verba para tal, dizem que o filme só estará disponível em 2 dias e cobram mais, dizendo que vem da Suécia (Sweden), assim chamando os filmes de “sweded” (suecados).
O filme conta a história de Peter Banning (Robin Williams), um bem-sucedido homem de negócios, sem tempo para os filhos, que tem de ir à Londres para uma celebração de homenagem à avó de sua esposa, que também foi a senhora que o criou adotivamente. Lá, seus filhos são raptados, e a senhora, Wendy, lhe revela que ele é o famoso Peter Pan, o verdadeiro.
Sem acreditar na velha senhora, ele acaba sendo levado à Terra do Nunca, e agora tem de lembrar-se, e acreditar, que é realmente Peter Pan, se quiser salvar seus filhos das garras (ou melhor, do gancho e espada) do temível capitão Gancho (Dustin Hoffman). Mas, ele contará com a ajuda de Sininho (Julia Roberts) e dos Garotos Perdidos para isso.
OPINIÃO
Assisti o filme quando criança e, por algum motivo, o filme me pareceu mágico na época. Acho até que teve um efeito tão forte quanto assistir A Fantástica Fábrica de Chocolate, ou Em Busca da Terra Encantada.
Não recebeu tão boas críticas ao longo dos tempos, mas ainda hoje, sempre que assisto ao filme (atualmente, tem passado no Universal Channel), ainda tenho aquela impressão de magia, a mesma de quando era criança, – claro que com pesos diferentes, algo mais nostálgico, e dando valor a elementos diferentes do filme.
O filme foi feito de uma forma diferente, um toque mesmo de Spielberg. Com iluminação brilhosa, ou brilhante, algo que dá o tom de magia mencionado acima, toca nossa criança interior. Cores vibrantes, elementos lúdicos e fantásticos, trama bem amarrada e criativa. O cenário, em sua maior parte, limita-se a algo bastante pequeno, sets mínimos, mas que sugerem algo como um sonho infantil, como se feito de propósito, nos levando a uma dimensão diferente.
Talvez seja apenas nostalgia desse humilde editor, mas por algum motivo o filme me marca, como deve ter marcado muitas crianças pelo mundo, alguma já da minha idade hoje, beirando os 30.
Confesso ter certa antipatia por Jim Carrey, com suas caras e bocas sempre iguais, mas também confesso que gosto dos papéis dramáticos interpretados por ele.
Após sua ex-namorada fazer um tratamento experimental para esquecê-lo, um homem decide se submeter ao mesmo processo. Porém ele acaba invertendo a situação, encaixando a ex-namorada em situações de sua vida as quais ela não esteve presente. Então, inconsciente, sob o processo de apagamento parcial da memória, ele começa a lutar para não esquecer a ex-namorada.
28 dias depois (28 days later, 2002), do diretor Danny Boyle, com Cillian Murphy no elenco, tem recebido críticas bastante positivas, tendo em vista seu gênero, terror, no clássico estilo zumbis.
Um vírus poderoso é solto. Transmissível numa gota de sangue e devastador em seguida, o vírus prende os infectados a um estado de fúria assassina. No espaço de 28 dias o país está dominado por completo e um punhado de sobreviventes inicia uma tentativa de salvarem o futuro, mal sabendo que o mortal vírus não é a única coisa que os ameaça.
Apesar de não ser um grande fã do gênero terror, estou bastante curioso para assistir esse filme, devido às boas críticas que li.
A equipe do Guia do Estadão avaliou 45 cinemas de São Paulo, num total de mais de 200 salas de cinema, e presenteou, mais uma vez, os paulistanos com o Oscar de nossas salas de cinema.
Os primeiros colocados, num belo empate, foram as salas de cinema do Shopping Bourbon Pompéia e do Shopping Cidade Jardim. O primeiro por sua sala Vip e pela sala Imax, o segundo por sua sala Premiêr. Ambas as salas, a Vip, do Bourbon, e a Prêmier, do Cidade Jardim, custam mais do que a média para se assistir um filme (até R$46 por pessoa), mas têm poltronas estofadas reclináveis, com apoio para os pés (tipo aquelas hiper confortáveis que alguns têm em casa), número reduzido de assentos, e a sala Vip do Bourbon chega até a oferecer um sofá super confortável para 8 pessoas.
“A trama narra uma inexplicável epidemia de cegueira e se passa em grande parte dentro de uma estrutura de confinamento para os que perderam a visão. Nos claustrofóbicos interiores, o Ensaio Sobre a Cegueira do trio vale-se de superexposição, foco e abstracionismo sensível, mas usando apenas variações tonais dessaturadas que levam ao branco, com surpreendente resultado. Nos vazios exteriores do terceiro ato, um amálgama urbano formado por partes de São Paulo e Montevidéu, encontramos outro tipo de contraste e, enfim, o preto - na seqüência mais "cega" do filme, excepcional.” (site Omelete, 11.09.08)
Para quem leu o livro (como eu), é uma história que vale a pena assistir na Telona, ou melhor, em DVD, já disponível nas locadoras. Claro, o livro é muito mais impactante, mais forte, mais intenso, pois há certas coisas que o cinema ainda não consegue reproduzir dos livros. No livro, nos sentimos na pele de um dos “cegos”, lutando pela sobrevivência, e convivendo com a podridão criada pela própria podridão do ser humano. Mas, Meirelles fez um ótimo trabalho ao adaptar esse maravilhoso livro.
O filme é uma produção conjunta de Brasil, Canadá e Japão, e rodado parte no Brasil (São Paulo), parte no Uruguai e parte no Canadá.
Prestes a ganhar um prêmio milionário num programa de TV, jovem pobre é preso por suspeita de fraude e precisa provar a inocência.
Famoso em todo o mundo, o programa de televisão Quem Quer Ser um Milionário? chama a atenção de todos, até mesmo na Índia. No jogo de perguntas e respostas naquele país, já participaram médicos, advogados, intelectuais, entre outros, mas ninguém nunca conseguiu uma soma maior do que 16 mil rúpias. Um garoto favelado de apenas 18 anos, Jamal Malik, no entanto, consegue a façanha de chegar à última pergunta, que vale 20 milhões de rúpias. Desconfiado da idoneidade do garoto, o apresentador do show pede que a polícia investigue como que alguém sem estudos conseguiu responder todas aquelas perguntas.
Você curte filmes?! Costuma ir atrás daqueles ganhadores das cobiçadas estatuetas do “homenzinho dourado estranho”?! Então, aqui segue uma pequena lista de sites sobre o assunto, e em seguida, a lista dos ganhadores do Oscar 2009.
Melhor filme: “Quem Quer Ser um Milionário?” Melhor diretor: Danny Boyle por “Quem Quer Ser um Milionário?” Melhor ator: Sean Penn por “Milk - A Voz da Liberdade” Melhor atriz: Kate Winslet por “O Leitor" Melhor ator coadjuvante: Heath Ledger por “Batman – O Cavaleiro das Trevas” Melhor atriz coadjuvante: Penélope Cruz por "Vicky Cristina Barcelona" Melhor longa de animação: “Wall.E” Melhor filme em língua estrangeira: "Departures", de Yojiro Takita (Japão) Melhor roteiro original: “Milk – A Voz da Liberdade” Melhor roteiro adaptado: “Quem Quer Ser um Milionário?” Melhor direção de arte: “O Curioso Caso de Benjamin Button” Melhor fotografia: “Quem Quer Ser um Milionário?” Melhor mixagem de som: “Quem Quer Ser um Milionário?” Melhor edição de som: “Batman – O Cavaleiro das Trevas” Melhor trilha sonora original: A.R. Rahman – “Quem Quer Ser um Milionário?” Melhor canção original: “Jai Ho” de A.R. Rahman – “Quem Quer Ser um Milionário?” Melhor figurino: “A Duquesa” Melhor documentário de longa-metragem: “Man on Wire” Melhor documentário de curta-metragem: “Smile Pinki” Melhor edição: “Quem Quer Ser um Milionário?” Melhores efeitos especiais: “O Curioso Caso de Benjamin Button” Melhor maquiagem: “O Curioso Caso de Benjamin Button” Melhor animação de curta-metragem: “La Maison en Petits Cubes” Melhor curta-metragem: “Spielzeugland" (Toyland)
Produzido por Disney-Pixar, Wall-E (Wall-E, 2008) é um robozinho recolhedor e compactador de lixo num planeta Terra a mais de 800 anos à nossa frente. Nesse mundo, há centenas de anos todas as pessoas deixaram o planeta para viver no espaço, em uma super nave-cruzeiro, já que nosso lixo se acumulou tanto que acabou invadindo cidades e tudo mais.
Sozinho, apenas na companhia de sua “barata” (?!) de estimação, Wall-E passa seus dias recolhendo, compactando e empilhando montanhas de lixo, que mais parecem prédios de lixo, e recolhendo objetos para sua coleção, que inclui um iPod com um filme romântico antigo (que ele assiste usando uma tela velha de TV para ampliar a imagem) onde há canto e dança.
Certo dia, uma nave aparece, e traz uma estranha nova companhia, uma robozinha, algo que Wall-E nunca havia visto antes, cuja missão era encontrar alguma forma de vida na Terra. Seu nome é Eve (ou Eva). E, assim, os dias de Wall-E mudarão para sempre, em sua jornada com Eve para levar a plantinha à nave humana e provar a eles que a vida na Terra já é possível novamente.
Entre confusões com Eve na Terra, motins robóticos na nave humana e um coração de robô apaixonado, Wall-E é um filme que conquista o espectador por seu realismo de imagem, sua graça e romantismo, e por um trabalho muito bem feito da Pixar-Disney.
Baseado em fatos reais, o filme revela um plano para matar Hitler no auge da Segunda Guerra Mundial
Cansado dos horrores da Segunda Guerra Mundial e da forma como Adolf Hitler comanda seu governo, o coronel alemão Claus Von Stauffenberg (Tom Cruise) tenta, sem sucesso, encontrar entre seus superiores alguém que, como ele, saiba que a Europa estará melhor sem o Führer. Depois de se recuperar de um ataque, onde perde um olho e uma mão, Claus conhece os generais Henning Von Tresckow (Kenneth Brannagh) e Friedrich Olbricht (Bill Nighy), que fazem parte de um grupo secreto do alto escalão do exército que se opõe ao governo.
Mesmo sabendo que para salvar a Alemanha ele terá que trair seu país, Stauffenberg decide arriscar um ousado plano para depor os nazistas. Participando do grupo de opositores, o coronel revela que a melhor maneira seja usar a Operação Valquíria, criada pelo próprio Hitler. Nela, o Exército de Reserva é convocado para conter um Golpe de Estado ou qualquer tentativa de traição. Assim, com este efetivo em seu poder, o grupo poderá se livrar dos oficiais da SS e da Gestapo e tomar o poder. Para isso, no entanto, Claus precisa de algo que exige muito planejamento e coragem. Ele deve matar Adolf Hitler e fazer o povo crer que os responsáveis pelo assassinato foram os próprios nazistas da SS. Com o plano definido, os traidores terão que cumpri-lo com cuidado, já que qualquer erro pode significar a morte deles e das pessoas que amam. Determinado a acabar com o nazismo e fazer um acordo com os Aliados, o Coronel Stauffenberg segue adiante com o plano, custe o que custar.
Operação Valquíria foi baseado na história real da última tentativa de assassinato que Hitler sofreu de um alemão. O filme teve dificuldades durante as filmagens, já que demorou para conseguir autorização do governo para usar alguns cenários. Produzido pela United Artists, de propriedade de Tom Cruise, o longa ainda pode ter sido o responsável pelo afastamento de Paula Wagner, até então sócia da empresa. A polêmica ainda prosseguiu pelos contínuos adiamentos na data de estreia.
Durante os anos 80, Randy "O Carneiro" Robinson (Mickey Rourke) foi o grande ídolo da luta livre. Um desses embates, onde teve como adversário o Aiatolá, foi acompanhado por mais de 1,5 milhão de pessoas, seja ao vivo ou pela televisão. Mesmo que muitos dissessem que tudo era armação, o público sempre vibrou com O Lutador. Anos depois de seu auge, Randy continua nos ringues alegrando seus fãs. Mesmo que seja diariamente assediado por estes e pelas crianças da vizinhança, seu sucesso fica apenas aí.
Morando num trailer e fazendo um trabalho braçal num supermercado, ele mal tem dinheiro para se sustentar. A maior parte do que ganha, com esse serviço ou com suas lutas, ele usa comprando esteroides ou outras drogas, até mesmo gasta com Cassidy, uma striper a quem sempre recorre quando está sozinho. Faltando pouco para completar 20 anos de sua luta histórica com Aiatolá, seu empresário decide fazer uma revanche, que poderia trazer o nome do Carneiro de volta à tona. No entanto, em uma luta anterior, Randy desmaia e vai parar no hospital.
O médico é claro com o lutador. Ele teve um infarto e teve sorte de sair vivo. Mas, se voltar a lutar ou a usar drogas, ele vai morrer. Sem opção e com o apoio de Cassidy, Randy tenta refazer sua vida longe dos ringues. Para isso, ele decide arrumar um emprego fixo e volta a procurar sua filha, Stephanie (Evan Rachel Wood). Distante há muitos anos da jovem, o relacionamento entre eles é bastante difícil. Longe dos ringues, tudo parece mais complicado para ele, além de ser mais evidente que o seu tempo já passou.
Muitos comparam a história de O Lutador com a vida do próprio Mickey Rourke. Grande astro dos cinemas dos anos 80, o ator caiu em declínio, a partir da década de 90, principalmente quando decidiu se tornar lutador profissional, em 1991. A volta por cima de Rourke vem justamente com esta obra, pela qual ele conquistou os prêmios de melhor ator em Cannes e no Globo de Ouro, além de estar cotado para vencer o Oscar. A direção é de Darren Aronofsky, o mesmo de Réquiem para um Sonho.
Apesar do sucesso de vendas do livro "O Código DaVinci", e do posterior sucesso do filme homônimo, com Tom Hanks e Audrey Tautou, em minha humilde opinião, a história de Anjos e Demônios, também de autoria de Dan Brown, é superior à do Código DaVinci.
Se não me engano, li o livro Anjos e Demônios antes mesmo de ler "O Código DaVinci", e gostei muito da trama. Ela segue os mesmo princípios de mistério e investigação encontrados no outro livro, mas parece ter mais ação, mais mistério, mais empolgação. Uma mistura de ciência e religião, de suspense e ficção.
Vale a pena ler o livro, principalmente se você leu o Código, e depois conferir o filme, pra dar corpo à sua imaginação!
Pra assistir um pouco do trailer e de comentários de Tom Hanks e do diretor, Ron Howard, acesse:
Em Berlim, no final dos anos 50, quando tinha apenas 15 anos, o futuro advogado Michael Berg (Ralph Fiennes) sofreu com a escarlatina. Nos primeiros sintomas, quando andava pela rua, foi ajudado por uma mulher desconhecida. Após se recuperar da doença, foi atrás dela para agradecer e descobriu que se trata de Hanna Schimitz (Kate Winslet), uma simples cobradora dos bondes da cidade. Apesar da diferença de idade, não demora para que os dois comecem um tórrido caso de amor.
Como ele vai a casa dela depois das aulas, Hanna sugere que, sempre antes do sexo, ele leia algum livro para ela. Com essa tarefa, O Leitor conta para a amante diversas histórias, ao mesmo tempo em que ela lhe ensina muitas coisas, até que, sem qualquer explicação, Hanna desaparece. Anos depois, quando já estava na faculdade de direito, Berg é convidado a ir para Boston, acompanhar o julgamento de criminosos de guerra nazistas. Para sua surpresa, entre as seis acusadas estava Schimitz.
O jovem acompanha com interesse o caso, sem poder nem mesmo falar sobre sua ligação passada com a acusada, já que se trata de um caso de nazismo. Com a opinião pública contrária às rés, ele percebe que será bastante difícil que ela consiga ser absolvida, principalmente por ter participado de um fato que culminou na morte de mais de 300 judias. Porém, Michael tem uma informação sobre Hanna que pode mudar completamente o resultado do julgamento.
O filme O Leitor, de Stephen Daldry, foi indicado ao Oscar de melhor diretor, roteiro adaptado, fotografia, filme e atriz, para Kate Winslet. A intérprete chegou a receber o Globo de Ouro de atriz coadjuvante por ele. Para o papel de Hanna, Daldry, de As Horas, pensou em chamar Juliette Binoche, mas convidou Kate, que recusou por estar filmando Foi Apenas Um Sonho. O diretor, então, convidou Nicole Kidman, que aceitou apesar de estar trabalhando em Austrália. Como descobriu estar grávida, ela voltou atrás no convite. Neste momento, no entanto, Winslet já estava livre e pôde aceitar o papel.
Gattaca – uma experiência genética (Gattaca, 1997), do diretor Andrew Niccol, e com atuações de Ethan Hawke, Uma Thurman e Jude Law, é um filme de ficção que trata da questão do preconceito em sua forma mais curiosa, o preconceito genético.
TEMA
Num futuro próximo, a medicina evoluiu a tal ponto em que os bebês, assim que nascidos, já tinham o diagnóstico de todas as suas predisposições genéticas, incluindo a data quase exata de sua morte, excluindo as obras do destino, claro. E, em sua evolução seguinte, os bebês deixaram de ser fecundados da maneira “tradicional”, passando todos a serem gerados “in vitro”, removendo-se todas as suas possíveis imperfeições genéticas, ou seja, todos passaram a ser pessoas fisicamente “perfeitas”. Aqueles que haviam sido gerados através do “amor” entre seus pais, da forma fisiológicamente tradicional, foram considerados “inválidos” pela sociedade, em contraposição à grande maioria gerada geneticamente melhorados, os “válidos”.
SINOPSE
Vincent (Ethan Hawke) nasceu da forma tradicional, com previsão de morte em torno de seus 30 anos de idade, de problemas cardíacos, também com problemas oftalmológicos e sem grande energia para exercícios físicos. Seu irmão, Anton, devido ao choque dos pais pela condição de Vincent, foi gerado genéticamente perfeito. Assim, o destino de Vincent estava teoricamente traçado. Rejeitado pela sociedade, fadado à condição de trabalhador braçal e exclusão social.
Mas, Vincent tinha o sonho de ser astronauta, apaixonado pelo Universo, pelos outros planetas do sistemas solar, já que em seu próprio era rejeitado. Porém, somente os geneticamente perfeitos tinham a possibilidade de entrar para Gattaca, a mais respeitada agência espacial do mundo.
Porém, Vincent não desistiria fácil, e através de um “agente” do submundo, consegue um esquema com um geneticamente perfeito, Jerome (Jude Law), para assumir sua identidade e entrar para Gattaca. Com um estoque de amostras de sangue, urina, e restos fisiológicos, ele consegue passar por um “válido”, e demonstra-se um dos melhores astronautas no centro de trainamento espacial, aguardando por sua grande missão, uma viagem de um ano à uma lua de Saturno.
Como nem tudo são flores, algo acontece, e Vincent terá de fazer de tudo para não deixar sua verdadeira identidade ser descoberta, inclusive enganar sua própria amada, a também candidata a astronauta Irene (Uma Thurman).
OPINIÃO
Como cada pessoa tem seu próprio gosto, o filme pode tanto te comover, como te entediar. Pessoalmente, este filme entra em minha lista de um dos melhores de todos os tempos, não por ter efeitos especiais fantásticos (pois isso o filme não tem), mas pela bela e comovente forma de abordar um tema polêmico, o do preconceito humano.
De certa forma, aborda a questão do preconceito de forma neutra para as questões sociais atuais, pois não toca em nenhum tipo de preconceito latente no mundo contemporâneo. E, assim, mostra que o ser humano é sempre cheio de preconceitos e medos, algo que está sempre presente em nossa sociedade, não importa o quanto achamos que tenhamos evoluído.
A fotografia do filme é bela e a preocupação com o roteiro supera a questão da cenografia e vestuário, que mostra uma fusão entre o passado, presente e futuro.
Esse é um tipo de filme em que o expectador não deve prestar atenção em detalhes cenográficos, e sim na trama, que é comovente, pois ao mesmo tempo em que mostra o preconceito, também exibe diversas demonstrações de bondade e solidariedade da alma humana, seus sacrifícios, dores, medos e amores/esperança.
Vivendo e Aprendendo (Smart People, 2008), do diretor Noam Murro, com atuações de Dennis Quaid, Sarah Jessica Parker, Thomas Haden Church e Ellen Page, conta a história de Lawrence Wetherhold, um professor universitário mal-humorado, sem paciência e muito racional, com dificuldades de enfrentar sua viuvez, de se relacionar com seus filhos e com seu irmão adotivo.
Lawrence é extremamente frio e prático com seus filhos, ríspido e direto com seus alunos…basicamente, não sabe se relacionar com as pessoas. Agora, quer buscar o cargo de chefe de departamento da Universidade em literatura inglesa, e publicar seu livro, um tanto agressivo com o leitor, mas que as editoras vivem recusando. Sua filha, Vanessa, é uma menina brilhante, que admira muito seu pai, e começa a tornar-se igual a ele. O irmão adotivo, Chuck, é um sujeito sem pretensões para o futuro, sempre pulando de emprego em emprego, e vive pedindo dinheiro emprestado a Lawrence. Desta vez, Chuck está sem ter onde morar, e vai viver com a família meio à força.
Enfim, Lawrence sofre um pequeno acidente, e conhece a médica Janet, uma ex-aluna, a qual não reconhece de cara, mas que, talvez, possa lhe dar uma nova chance no amor. Mas, isso não será fácil, principalmente para um homem seco, amargurado pela perda da esposa, e obcecado pela literatura.
Esse filme é profundo, e não entrega nada mastigado ao espectador. Inteligente, porém sensível, é uma produção que vale muito a pena ser vista, principalmente se você gosta de filmes de qualidade, que são inteligentes e profundos. Se gosta de filmes de ação, suspense e aventura, provavelmente não vai querer assistí-lo.
No entanto, sinceramente recomendo o filme. Gostei muito mesmo!
Nessa comédia dramática (Vicky Cristina Barcelona, 2008), a aventureira Cristina (Scarlett Johansson) e a conservadora Vicky (Rebecca Hall), são jovens americanas que vão passar férias de verão em Barcelona. Os momentos de turismo das personagens são também os do espectador que não conhece Barcelona e Oviedo. É possível conferir além das magníficas obras de Gaudí, o envolvente som da guitarra espanhola, os jantares regados a muito vinho, as construções antigas mas utilizadas até hoje como moradia. E também toda a poesia, e arte transmitida por Javier Bardem que assim como sua ex-esposa Penélope Cruz, são pintores. Sem contar que a trilha sonora é muito envolvente, acrescida das belas paisagens.
O personagem de Penélope Cruz é o da mulher passional, que vive intensamente, cada segundo. Intensa: essa é a palavra de define o personagem de Maria Elena. Cristina é a insatisfeita, que não sabe o que quer, mas sabe bem o que não quer. E Vicky sempre foi decidida e racional até encontrar com o pintor interpretado por Javier Bardem.
Aliás o filme de Woody Allen retrata o espírito feminino para nenhum Almodóvar colocar defeito. Eu não consegui escolher um personagem com o qual me pareço mais. Acho que sou um pouco de cada uma das personagens. Um pouco da conservadora e conformada Vicky, mas também um pouco da sonhadora e aventureira Cristina. Acredito que a idéia do diretor não foi estereotipar as mulheres... mas mostrar seus diversos comportamentos em relação as reviravoltas que são pregadas pela vida e pelo amor.
Ah e a tão comentada cena do beijo entre Penélope Cruz e Scarlett Johansson é tão sutil, natural, contada em flash black... que apesar de um beijo entre mulheres no cinema, não merece todo esse frisson e alarde que fizeram. E a maneira como a cena é contada, os ouvintes reagem como os espectadores mais conservadores: surpresos e em silêncio. Não é polêmico. É natural.
Um filme para ser assistido e discutido depois na mesa de um bar entre homens e mulheres, porque dá muito pano para manga: pode-se falar de amor, de mulheres, de escolhas, de relações...
O filme mostra as nuances do amor através do espírito feminino e mostra que você pode vivê-lo de acordo com sua escolha.
Davey é um garoto muito educado, porém sua mãe sofre de depressão profunda, abusa do álcool, e nunca sai de casa. Em uma crise de depressão, ela tenta o suicídio, e consegue. O garoto, agora órfão, acaba por entrar na vida de Tom e Megan, que o acolhem em sua casa, e passo-a-passo, conquista por conquista, a nova situação faz com que Tom comece a aprender a como resgatar seu relacionamento com a mulher que ama, ao mesmo tempo em que lentamente vai abrindo seu coração ao menino, que necessita muito de uma família que lhe dê segurança e amor.
Mais uma vez, Kevin Bacon interpreta um papel forte e desafiador, condundente, porém sensível. Uma história que toca o coração de quem o assiste e que, apesar de poder te levar às lágrimas em certos momentos, também pode te ensinar esperança. Uma forte história de amor e perda, com um tom de realidade que te marcará.
Recomendo mais este filme, que sinceramente, também mexeu comigo.
Três Vezes Amor (Definitely, Maybe, 2008), do diretor Adam Brooks, com atuações de Ryan Reynolds, Rachel Weisz, Abigail Breslin, Kevin Kline, Isla Fisher e Elizabeth Banks, conta a história de Will Hayes, um idealista, ex-consultor político e atual publicitário, e sua filha Maya, que, após uma aula de educação sexual, começa insistentemente a questioná-lo sobre a história de amor de Will com a mãe dela, e os motivos que os levara ao presente divórcio.
A partir daí, Will começa uma envolvente história, criando nomes “fictícios” para sua verdadeira história, levando a pequena Maya a tentar descobrir qual das três ex-paixões de Will seria sua mãe. E Maya deixa-se levar pela história, participando dela com suas opiniões e avaliações sobre a vida amorosa passada do pai.
A história é envolvente, com diversas cenas de muito bom humor, mas apresentada de forma inteligente, sem apelações, sem os clichês habituais de uma comédia romântica tradicional. Um filme que serve muito bem para qualquer pessoa que já se apaixonou alguma vez na vida, ou que já teve seu coração partido, mas que nunca deixou de viver, e que espera algum dia encontrar seu caminho.
Recomendo esse filme, que tem uma doçura adulta, ou seja, um filme que encanta por sua leveza na seriedade dos assuntos que aborda. Assista, e dê sua opinião!